Ward

Playlist no Spotify: Ward 4 e 5

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Gente, lembrei que eu tinha prometido que ia liberar a playlist dos livros e esqueci. Mas aqui está! Para vocês se divertirem e entrarem no clima!

Acho que até eu terminar de escrever o #5, a lista pode aumentar! Abaixo eu falo um pouco do livro relacionado as músicas.

Vocês vão descobrir que as letras e os ritmos tem ligação com a história, o momento ou local de várias cenas.

A história se passa em Londres na maior parte do tempo, então tem artistas da própria cidade e outros britânicos e europeus, com músicas que tocariam pelos ambientes por onde a trama caminha. Escolhi músicas bem urbanas, ritmos atuais e também faixas que tocaram bastante por lá. O feeling do livro #5 tem tudo a ver com isso!

Tem algumas músicas velhas, pois uma parte do livro #4 levará vocês ao passado dos personagens. E tem alguns queridinhos atuais que vocês com certeza conhecem e escutam! (Tem uns que eu não paro de escutar faz tempo!) 😀

Nos livros anteriores da série eu fiz imagens com as trilhas, depois vou compartilhar as playlists também!

Eu sempre me importo com as músicas dos livros, pra mim elas fazem parte da ambientação da história. Elas podem ajudar a transformar palavras em cenas reais na mente do leitor. Funciona comigo!

Escutem tudo abaixo! 😘😘

Lucy Vargas na Bienal de São Paulo!

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Esse ano eu terei horários marcados na Bienal de São Paulo! Yay! Na última edição eu nem ia, mas mudei de ideia de última hora e fui especialmente para ver o Harlan Coben.

E o MELHOOOR esse ano tem os WARD na bienal! AAAH!!!!! É a primeira vez que levarei Sean e Bea Ward para uma bienal! Não creiooo!

Você pode adquirir a trilogia na pré-venda lá na loja. Só para garantir que vai ter, porque eu vou levar um estoque pequeno para o stand. E você também pode passar no stand da The Gift Box – E084 e adquirir o seu lá! De preferência nos horários em que eu estarei lá, para ganhar autógrafo e mimos no seu Ward!! Olha os meus horários:

AGENDA BIENAL2Sim!! O Marquês também estará lá! Aliás, dia 26/08 às 21h, a sessão no stand da Livraria Saraiva é exclusiva para o Marquês. Os Ward são em todos os outros dias e horários da agenda. Lá na bienal, você poderá comprar o Marquês tanto no stand da Saraiva quanto no stand da The Gift. Sendo que na The Gift vai ter uma caixa LIIIINDA com o Marquês!!

Aqui tem os links de eventos de alguns dos meus horários, para vocês marcarem presença lá no facebook e não esquecem:

Editora Charme no Stand da Saraiva – 26/08 – 21h (Estarei lá com a Patrícia Rossi, autora do livro Zane)

Editora Charme no Stand da Amazon – 28/08 – 11h (Eu, Aline Sant’Ana e Patrícia Rossi)

Bate-Papo – Eu Amo Literatura Nacional – 28/08 – 20h – Auditório Loyola Brandão (vários autores)

Não esqueçam de ver os outros horários na imagem, para autografar seu Marquês e seus Ward! 😉 

Estou louca para encontrá-los lá! Vai ter marcadores de toooodos os meus livros! E bottons e postais do Marquês! E vários outros mimos! Quero esgotar tudo, gente. Vem! 😀

Votação: Os fofoqueiros dos blogs vão aparecer no livro do Jared Ward?

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Uma das coisas que mais me divertiu na série Ward foi encarnar os blogueiros, cada um tem um blog diferente e uma personalidade. No livro 3 a gente até descobre o nome de 2 deles! Tem a Debbi, aquela que coloca o vestido Dior e é enlouquecida pelo Sean e que escreve o uppersofnewyork.net.

Tem o Jay, que é meio histérico e tem os posts mais cômicos. Ele dá altos ataques e fica puto da vida com os Ward, mas os ama do mesmo jeito e ele acha que a Candace é sua diva divina HAHAHAHAHHA Ele comanda o famousnewyorkers.com. Esses 2 são meus preferidos.

E ainda tem o cara mais contido e ácido, mas tão fofoqueiro quanto do manhattaninsiders.com. Ele também não perde os babados grandes, mas não tem a mesma rede de informação dos 2 anteriores. E tem a menina do newyorklife.com, segundo os outros 3 blogueiros ela é uma metida e eles adoram quando ela perde o furo. Como a festa de niver da Bel que ela não foi e não ganhou os doces!

E vocês, lembram desse post do Jay? Foi no Ward #2! Qual o seu momento preferido dos blogueiros da série Ward?

Vocês querem conhecer os blogueiros britânicos que também adoram espionar a vida do Jared Ward?

Sabia que lá na Inglaterra a fofoca é institucionalizada e tem sites enormes totalmente dedicados a isso? E SIM! Eles adoram postar sobre os Ward, estejam eles em Londres ou não! Será que eles vão aparecer no livro dele também? 😀

Votem enquanto eu me preparo para continuar o projeto do livro do Jared! É quando crio os blogueiros e onde eles serão inseridos na história. Ou não! Vocês escolhem!

Vote Aqui!

Série Ward: Por que Ward?

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Por que Ward?

Eu simplesmente adoro esse nome. É forte, bonito e memorável. E também cabe na minha trinca de famílias com W, ele estava na minha lista há um tempo. Eu comecei oficialmente minha vida de escritora com os Wincross, depois Warrington e então os Ward. Juro que não foi de propósito. E todas eram supostamente para continuar em sagas familiares. Não tem como não gostar de uma boa saga familiar, você começa a ler o livro do irmão, aí ele tem uma irmã bacana. Oba, aquele ali é um primo bonitão e engraçado? Tem livro dele, né? Gente, o primo tem um irmão maravilhoso! E da-lhe livro! hahahaha Porém, coloquei os Wincross na geladeira. Mas sigo firme nas outras duas famílias. É só conseguir mais tempo para escrever e ambas terão livros saindo em breve!

Como Sean e Beatrice Ward nasceram?

Meus dois primeiros livros lançados são romances de época. Mas eu já havia escrito romances contemporâneos antes, só nunca lancei como livro. E havia até criado um curto romance em NY antes de ir lá, foi um bom treino. Mas eu queria escrever um romance contemporâneo e adulto. E sensual. Eu sempre li muito romance, eu sabia o que eu não queria para eles.

Eu tinha que criar personagens fortes, com demônios os atormentando e muita história em volta deles. Eu queria um mocinho bem cru, eu o tinha na mente, eu sabia que o faria sofrer. Eu queria alguém errado, defeituoso, obsessivo, machucado, destruído pela própria história. E mesmo assim, funcional, correto e maduro, não queria mais um homem tratando sua parceira como um lixo e usando seu passado como desculpa. E apesar disso, eu ia fazê-lo errar muito feio, não ia deixar a história sequer pensar em abrir com algo perfeito. Não gosto de perfeição, prefiro fantástico e sombrio. Desde o início eu sabia que era um risco e o leitor o odiaria de entrada e seria um ame ou deixe-o. Mas se ficasse, não haveria como voltar atrás.

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E por isso, há o lado bom (e arriscado) de começar a série pelo Quando Eu Olhar Pra Você (Ward #1). Porque você começa levando um soco. Começa tudo errado, você até odeia o Sean Ward nos primeiros capítulos. Até que quando percebe, ele mostra o que realmente é você nem o odeia mais. E um tempo depois, você está torcendo pelo cara. Aquele mesmo cara errado que merece uma surra pelo que fez. E eu adoro personagens que fazem isso comigo.

Eu queria que não fosse fácil entender a Beatrice no início, o leitor fica imaginando como diabos ela deixou isso acontecer com sua vida, por que ela não o deixou por todo esse tempo? Devia ter dado o fora, né? Chega até a pensar se ela está exagerando, talvez ela seja assim, mas ela começa tão fora do seu comum quanto o Sean. Cada um enxergando o seu lado. E de uma hora pra outra, ambos estão certos e ambos estão errados. E pera aí… não importa mais, eles precisam ficar juntos!

E do mesmo jeito, o lado bom de começar pelo Quando Eu Te Encontrar (Ward #0.5), é que você se apaixona por eles, os dois são irresistíveis juntos. E tem menos risco de abandoná-los. Sean é do tipo que você fica logo intrigada e pensa: Acho que eu manteria esse cara, hein. E Bea é legal e engraçada. E aí, você termina o prequel e começa a ler o Ward #1. E EPA! O que aconteceu aqui?? E leva aquele soco do mesmo jeito.

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Eu criei meu mocinho primeiro. Porque eu ia lhe dar um passado pesado e ia criar uma mulher madura, focada em sua carreira, divertida e apaixonada, mas eu sabia que ela começaria magoada e apagada. E pior, com medo do que sentia. Eu teria que lutar com os dois para trazê-los de volta. E então, eu criei o casamento arruinado dos Ward. Onde os dois eram os vilões de sua vida. E eu queria que fosse forte, eles não estariam juntos, mas a tensão sexual seria forte como uma corrente elétrica, porque eles teriam destruído tudo, menos o que sentiam um pelo outro. Eles seriam como imãs, assim que eu começasse a trabalhar para trazê-los de volta um para o outro e para o leitor, nada conseguiria mantê-los afastados. Daí, saíram Sean e Beatrice Ward. E aquela bagunça que eles eram.

Uma bagunça irresistível, vai! hahahaha

E você, como foi seu envolvimento com Sean e Bea? Você os odiou a primeira vista? Pensou em largá-los e não conseguiu? Ou mesmo ferrados como estavam, você já foi logo se apaixonando?

Compartilhe a experiência!

*Saiba tudo sobre os Ward na página da série*

*Esse post faz parte de um especial sobre os Ward com vários posts de assuntos relacionados ao universo da série. Não deixe de ler o post anterior que fala sobre como foi pesquisar em NY para ambientar a série*

Série Ward: Perdida em NY

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Quando a ideia nasceu, lá por volta de 2010, não havia Ward nenhum. Eu havia decidido que queria escrever um romance contemporâneo que se passasse em Nova York, especialmente em Manhattan. Há muitas cidades pelo mundo que gosto e pretendo visitar e talvez escrever sobre, mas NY me conquistou primeiro. E a ideia foi crescendo na minha mente. Até que em 2011 eu viajei para NY e fui pesquisar. Fiquei uma semana andando pra lá e pra cá, sem parar. Só ia pro quarto dormir ou tomar banho e me trocar e voltava pra rua. Ia para tudo que é lado, fazendo programas não muito comuns para turistas. E visitando locais que também não eram o foco de uma viagem para turismo.

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O prédio dos Ward no mapa, ele é o 930 (marcado na imagem). Ele pode ser de frente pro Central Park, mas a entrada principal é na Rua 74. Dá para imaginar os paparazzi rondando o lugar! Fiz algumas alterações quando criei o Clarence, então a versão fictícia tem uns bônus a mais.

Na verdade, eu meio que “estraguei” minha primeira viagem a NY. Não vi quase nenhum desses locais que você precisa ver quando vai lá. Só turistei mesmo pelos museus. A Quinta Avenida eu memorizei, de tanto que andei por ela.  Afinal, minha história se passava ali.
E comi meus dólares todos! Trabalhei um ano, fiz eventos extras e o caramba para pagar a viagem e torrei tudo lá! Socorro! Se fosse agora, com o dólar a 4 reais, jamais teria conseguido fazer tudo que fiz. Em prol da pesquisa, visitei e comi em locais fora da minha realidade, tudo para ter o estilo de vida e o sentimento que eu queria passar ao criar os Ward.

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O Clarence (930) visto do Central Park. E embaixo a vista que eles teriam a partir do terraço do apartamento. As principais mudanças que fiz no prédio fictício, foram na cobertura, para caber toda a área de lazer do triplex. Da pra ver que a parte de cima é diferente do resto do prédio, porque já é perfeita para ser o triplex dos Ward! Na verdade, não é um triplex, porque tem 3 andares, mas e a parte de cima, onde fica a piscina, o jardim e a penthouse do Jared? Seriam 4 andares se contasse com isso, mas deixa pra lá.

Aliás, quando cheguei a NY, eles já eram os Ward. Eles amadureceram, durante 10 horas de voo. E lá eu me dividi entre pesquisar pessoalmente e voltar pro hotel exausta e pesquisar no notebook para criá-los. Afinal, criar uma família como essa e ainda por cima criar o Grupo Ward, não seria da noite pro dia. Passei muitos dias pesquisando empresas similares, fui ver a bolsa, fui para Midtown procurar a sede do Grupo Ward, fiz pergunta incomoda pros outros. Foi muito divertido! Até entrei em locais que supostamente não devia! Mas valeu a pena!

Eu só fui ingênua demais, estava criando toda uma trama complexa, queria contar o passado, uma relação acabada, uma reconciliação… E ainda achava que daria tudo num livro só. Jamais! Quando cheguei ao meio do livro 1, eu vi que ia ter que ser mais de um.

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Parte do apartamento de solteiro do Sean
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O prédio na Tribeca onde o Sean morava quando namorava a Bea, fica na Rua Harrison, n° 7.

Eu “estraguei” a viagem para turistar, mas ainda me diverti demais! E deu tempo de fazer umas compras (nas lojas baratinhas, claro!). E pesquisar as lojas das marcas que eu iria fazer a Beatrice vestir. Entrava lá como se tivesse grana para comprar, mas não tinha dinheiro nem pra um chapeuzinho! hahahahahaha Mas saía com dicas, folhetos, fotos das roupas da coleção passada, valores e etc. Tudo para criar o estilo da Beatrice. Andei com um mapa e GPS para marcar as rotas que eles usariam. Fui ao prédio deles (o verdadeiro, que não se chama Clarence), bati um papo com o porteiro, fiz a RHYCA (que jamais teria condições de morar num lugar como aquele). Descolei várias informações.

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Interior do La Grenouille, o restaurante onde Bea e Sean vão para o encontro que muda tudo no livro #1.

Descobri muitas coisas legais da área batendo papo com locais na Park Avenue, a rua atrás do quarteirão deles, onde a Bea trabalha e a Candace Ward mora. Claro que menti à beça, disse que tava me mudando para intercambio ou para trabalho. Levei meu (antigo) namorado que morava em Boston na época, para ele descobrir coisas e corroborar mentiras, porque sabe como é, algumas pessoas falavam melhor com ele. E ainda deu tempo de comprar todas as encomendas que me fizeram, especialmente nas lojas de brinquedo.

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A Park Avenue, a Bea trabalha na quadra bem atrás do Clarence

 

Eu queria aproveitar a chance inédita pra mim de ir até a cidade que eu desejava escrever sobre há tanto tempo. E transformar a história em realidade, para que todo mundo sentisse que os Ward realmente existiam ali, faziam parte do dia a dia de Nova York. E acho que consegui isso, pois no livro de introdução a série – Quando Eu Olhar Pra Você – eu foco muito mais em situar os leitores, dar nomes de ruas, trajetos, locais e etc. Nos livros seguintes, isso já não é o foco. Eu ainda ambiento a história, digo para onde vão, etc. Mas é algo mais implícito, o leitor já sabe onde eles moram, como é e porquê. E se você está acompanhando uma série, isso fica na sua mente e só citar algo aqui e ali, já te faz lembrar do prédio deles e dos locais onde eles vão.

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A Park Avenue, a Candace mora na altura do Plaza Athénee (o hotel para onde Bea foi no Ward 1), perto da Rua 64

Segundo meu caderno de projetos – e eu não sei se a data é precisa – iniciei o projeto do Ward #1 em 13/06/2013. O motivo para demorar tanto a escrever o livro depois de fazer a viagem, foram inúmeros: trabalho, faculdade, cursos… E uma época da minha vida que quase desisti da escrita. Resolvi não desistir em 2012 quando terminei o livro Cartas do Passado. E desde então já escrevi vários livros! Inclusive toda a história de Sean e Bea que pra mim, começou oficialmente quando desembarquei em NY.

Enfim, agora preciso ir a NY de novo para turistar de verdade! E sentir aquela nostalgia ao passar pelos locais que os Ward frequentam! Afinal, eles continuam lá!

*Esse post faz parte de um especial sobre os Ward com vários posts de assuntos relacionados ao universo da série*

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